Nosso processo - Como um projeto acontece de verdade

Três fases. Descobrir o que a gente vai construir, construir em ciclos curtos e então entregar com os testes, o pipeline e a documentação já no lugar.

Descobrir

Todo projeto começa com análise de requisitos e conversas com quem vai conviver com o resultado. Nessa altura as restrições costumam pesar mais que os objetivos — e são justamente a parte que a maioria dos briefings deixa de fora.

A gente olha os sistemas que já existem, descobre onde o trabalho novo precisa se conectar e verifica a viabilidade técnica antes que alguém comece a discutir stack.

O que sai daí é um roadmap do projeto: marcos, uma direção técnica e uma ordem de trabalho que você pode contestar.

Incluído nesta fase

  • Análise de requisitos
  • Estudos de viabilidade técnica
  • Pesquisa de experiência do usuário
  • Planejamento de arquitetura
  • Avaliação de stack
  • Criação do roadmap

Construir

O desenvolvimento roda em ciclos curtos, com integração contínua e feedback frequente. Código limpo e testes de verdade começam no primeiro commit, não na semana antes do lançamento.

Revisões regulares mantêm as prioridades à vista. Esse ciclo curto deixa espaço para o produto melhorar enquanto os objetivos, o orçamento e o prazo combinados na descoberta continuam de pé.

Testes de unidade, integração e aceitação são escritos ao longo do caminho. O objetivo é software que a próxima pessoa consiga ler e mudar.

Ciclo curto é menos sobre velocidade e mais sobre mudar de ideia barato. Uma suposição errada pega na segunda semana custa uma conversa. A mesma pega no quarto mês custa uma reescrita.

Mellofattura, Estúdio de desenvolvimento

Entregar

A entrega começa com garantia de qualidade, checagem de performance e revisão de segurança nas plataformas e nos aparelhos em que o produto realmente vai rodar.

As releases passam por staging e produção em pipelines de CI/CD automatizados, com monitoramento no lugar e um caminho de rollback que a gente já executou pelo menos uma vez.

Depois do lançamento você recebe documentação, uma passagem de bastão de verdade e suporte contínuo pelo tempo que for útil. O objetivo é um time que não precise da gente.

Incluído nesta fase

  • Garantia de qualidade. Testes de unidade, integração e aceitação, mais as checagens de acessibilidade e performance que costumam ser puladas.
  • Deploy em produção. Releases automatizadas com ambiente de staging, monitoramento e um rollback que a gente testou de fato.
  • Documentação e suporte. Documentação técnica escrita para quem herdar o código, uma sessão de passagem e suporte depois dela.

Nossos valores - No que a gente se segura

A gente gosta de ferramenta nova. Gosta mais de software funcionando — então qualquer novidade precisa continuar parecendo boa ideia daqui a um ano.

  • Caprichoso. Arquitetura, código, acessibilidade e os últimos cinco por cento da interface recebem a mesma atenção.
  • Eficiente. Padrões comprovados e um conjunto pequeno de ferramentas. Boa parte da complexidade de um código foi opcional em algum momento.
  • Adaptável. Requisito muda. A gente monta a base para que mudar depois seja uma tarefa, e não uma reescrita.
  • Transparente. Você vê o progresso e os trade-offs conforme eles acontecem, inclusive os que são inconvenientes para a gente.
  • Colaborativo. A gente trabalha como parte do seu time, nas suas ferramentas, com o seu contexto.
  • Inovador. Testamos ferramenta nova nos nossos próprios produtos primeiro. O que sobrevive a isso chega no seu.

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  • São Paulo
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